Pensamentos

Outubro 27 2011

 

 

Autor Texto: Paulo Roberto Gaefke

 
 
 
 
 A lagosta vai crescendo e chega em um  ponto em que tem    que trocar a carcaça  que a reveste. Livre dessa couraça,  enquanto aguarda a nova "roupa",fica totalmente vulnerável, mole, enfraquecida. Assim, durante alguns períodos da sua vida, ela vai ficar totalmente dependente do  meio em que vive. 
 

 Engraçado como nós também temos ciclos semelhantes, em determinadas épocas das nossas vidas, sofremos alguns "golpes", que nos deixam totalmente indefesos, sem resistência.

 
 
 A dor, o ressentimento, a desilusão com algo ou alguém, são sentimentos tão marcantes que nos deixam totalmente perdidos, por um período quevaria de pessoa para pessoa, alguns se recuperam rapidamente e ficam mais fortes, como alagosta quando recebe a nova casca, outros podem demorar uma eternidade...

 

O problema está nesse período em que  estamos "trocando de casca", ficamos vulneráveis demais e isso pode fazer com que um problema mais ou menos simples se transforme em uma tragédia,é assim com o ciúme, com a decepção com as pessoas,comosrelacionamentos que não dão certo, a morte de um ente querido, uma doença inesperada ou de nome difícil, ou mesmo aquela escolha da faculdade errada, são situações que podem marcar a sua vida por muito tempo. 

 
Podemos seguir o exemplo da lagosta, que nesse tempo em que está fragilizada, sem a sua proteção, ela busca de todas as formas se proteger, preocupando-se apenas com a sua sobrevivência,nada mais importa a não ser a sua preservação.

 
 Muitas pessoas, quando estão fragilizadas acabam- se preocupando demais com os outros, com o que vão pensar, o que vão falar e descuidam- se de si mesmas, bate aquele desamor que não poderia aparecer em hora pior. 
 
Se você está passando pela fase da "troca de casca",está se sentindo fragilizado, abaixo da linha do chão, a receita é simples: apaixone-se por você, preserve- se, fortaleça-se, espere a nova casca se formar, e saia dessa ainda mais forte. 


Acredite em você. 

publicado por pensamentoslucena às 11:32
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Outubro 27 2011

 


Há pessoas estrelas e há pessoas cometas.

Os cometas passam.

As estrelas permanecem.

Podem passar anos, milhões de anos e as estrelas permanecem.

Há muita gente cometa, que passa pela vida da gente apenas por instantes.

Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.

Gente sem amigos que passa pela vida sem iluminar, sem aprender, sem marcar presença.

Importante é ser estrela! Estar junto.

Ser luz. Ser calor. Ser vida.

Igual a você que me aquece, com sua amizade e amor.

Amigo é estrela!

Podem passar anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração.

Solidão é o resultado de um vida cometa.

Ninguém fica, todos passam.

Há necessidade de criar um mundo de estrelas.

Todos os dias poder contar com elas e poder sentir sua luz e calor.

Assim é você, estrela da minha vida.

É aragem nos momentos de tensão, é luz no momento de desânimo.

Ser estrela nesse mundo passageiro, neste mundo de pessoas cometas, é um desafio, mas acima de tudo, uma recompensa.

Recompensa por ter sido luz para muitos amigos, ter sido calor para muitos corações.

Ter nascido e ter vivido e não apenas ter existido.

Em nossa constelação cada estrela tem seu brilho próprio, onde o importante não é brilhar mais, mas brilhar sempre!

Entre em cena e brilhe intensamente!!!

publicado por pensamentoslucena às 10:49

Outubro 27 2011

 

 

PalVocê pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência.
Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples ,que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei".
É ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".
É ter capacidade de dizer "eu te amo".
É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...
E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um obstáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

publicado por pensamentoslucena às 09:39

Outubro 27 2011

 

 

Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possivel. Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola. O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo. Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento, simples gestos como um beijo e um "nó na ponta do lençol" valiam para aquele filho muito mais do que presentes ou desculpas vazias.
publicado por pensamentoslucena às 09:28

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