Pensamentos

Dezembro 06 2011

 

 

Precisa-se de loucos De loucos uns pelos outros! Que em seus surtos de loucura tenham habilidades suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor. Que olhem a ética, o respeito às pessoas e a responsabilidade social não apenas como princípios organizacionais, mas como verdadeiros compromissos com o Universo. Precisa-se de loucos de paixão. Não só pelo trabalho, mas principalmente por gente, que vejam em cada ser humano o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências dêem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados. Precisa-se de loucos de coragem para aplicar a diversidade em suas fileiras de trabalho, promovendo igualdade de condições sem reservas, onde as minorias possam ter seu lugar, em um ambiente de satisfação e crescimento pessoal, independente do tamanho do negócio,segmento ou origem do capital. Precisa-se de loucos visionários que, além da prospecção de cenários futuros, possam assegurar um novo amanhã, criando estratégias de negócios que estejam intrinsecamente ligadas à felicidade das pessoas. Primeiro a gente é feliz, depois a gente faz sucesso, não se pode inverter esta ordem. Precisa-se de loucos pelo desconhecido que caminhem na contramão da história, ouvindo menos o que os gurus tem a dizer sobre mobilidade de capitais,tecnologia ou eficiência gerencial e ouvindo mais seus próprios corações. Precisa-se de loucos poliglotas que não falem inglês, espanhol, francês ou italiano, mas que falem a língua universal do amor, do amor que transforma, modifica e melhora. Palavras não transformam empresas e sim atitudes. Precisa-se simplesmente de loucos de amor. De amor que transcende toda a hierarquia, que quebra paradigmas; Amor que cada ser humano deve despertar e desenvolver dentro de si e pôr a serviço da vida própria e alheia; Amor cheio de energia, amor do diálogo e da compreensão, amor partilhado e divino, do jeito que Deus gosta. As organizações precisam urgentemente de loucos, capazes de implantar novos modelos de gestão, essencialmente focados no SER, sem receios de serem chamados de insanos, que saibam que a felicidade consiste em realizar as grandes verdades e não somente em ouvi-las… Ou resgatamos a inocência perdida ou teremos que desistir de vez da condição de HUMANOS. Qual vai ser a sua atitude?
publicado por pensamentoslucena às 11:16

Dezembro 06 2011

 

 

 

Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança? Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera. Segurança depende de um processo que chamo de "validação", Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor. Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição. Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar. Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos. Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder. Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos. Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu". Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja. Stephen Kanitz
publicado por pensamentoslucena às 10:36

Dezembro 06 2011

 

 

 

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO PERDÃO “Se deixarmos a mágoa entrar em nossos corações pela porta da frente, a felicidade sairá pela porta dos fundos” Quando temos um ressentimento, quase sempre queremos vingança. Na realidade, porém, a forma eficaz de nos sentirmos satisfeitos é o oposto da vingança. Dizer as palavras: “Eu te perdôo” poderá ser a atitude mais nobre que alguma vez tomaremos. Perdoar não significa ceder, mas esquecer. Quando perdoamos, deixamos de estar emocionalmente agrilhoados à pessoa que nos fez mal. O perdão nos liberta do pesadelo com o outro, permitindo-nos viver em estado de graça. As pessoas poderão se sentir mais poderosas quando cheias de raiva, mas o ato de perdoar incute uma sensação de poder muito maior. Quando perdoamos, recuperamos nosso poder de escolha. Não importa se o outro merece perdão; importa que nós merecemos ser livres.  Suportemos, com equilíbrio, os ataques, a calúnia, o despeito e o ciúme desses irmãozinhos que não conseguem esquecer.  Talvez estejam passando por problemas mais complexos e difíceis que os nossos. Procuremos perdoar sempre, pois o perdão nos levará à paz interior. Depois de termos perdoado, rimos mais, temos sentimentos mais profundos e ficamos mais ligados aos outros, e os bons sentimentos que geramos prepararão o caminho para uma cura dos traumas que virá a ser ainda mais completa. A mágoa retida é doença para o espírito, que lhe corrói as forças físicas e envenena a alma. É necessário, para nossa própria paz, ante quaisquer ofensas, perdoar sempre. Este ato de perdoar deve ser carregado de sentimento puro, pois que é proveniente do coração, ele, será, sobretudo, uma forma de reconciliação, com o seu irmão. Texto do livro: “Além das Estrelas” de Sergito de Souza Cavalcanti – Ed. Itapuã.
publicado por pensamentoslucena às 09:26
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