Pensamentos

Setembro 18 2015

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Todos erramos querendo acertar.

Excepcionalmente, algumas pessoas podem cometer erros conscientemente, mas ainda assim, buscam a felicidade, de forma desesperada, mas buscam.

Achamos desculpas para convencer os outros e nem sempre, convencemos nosso coração. Mas insistimos...

Acontece de cometermos erros imperdoáveis, não aos outros, mas a nós.

Esses mesmos erros que nos fazem querer não ter existido por um momento.

Nos cegamos voluntariamente, sem termos consciência do quanto isso pode nos custar.

As más decisões não têm retorno, os gestos cometidos não têm volta e as palavras ditas se foram.

É justamente quando conhecemos nossos erros e nossas culpas que os evitaremos depois.

Aprendemos que todo mundo erra, todo mundo acerta, todo mundo se arrepende e quer voltar atrás; todo mundo chora algo perdido ou uma decisão errada; todo mundo já se sentiu a pessoa mais infeliz e pequenininha em um momento ou um outro e quis esconder-se até de si mesmo.

Ser maduro, completo e sábio, não é ser infalível.

O mundo é feito de seres humanos, corações e sentimentos e não de super-heróis.

Ser maduro é buscar o melhor do que vivemos, acreditar que Deus perdoa falhas, compreende nossas buscas e nos reconforta a cada queda.

Ser maduro não é evitar as flores que têm espinhos, mas redobrar de cuidado ao colhê-las, conhecer os perigos e não se deixar dominar pelo medo; é viver, consciente de que, se não andamos, não chegamos a lugar nenhum e se erramos, temos direito sim a uma segunda, mesmo uma terceira chance.

Porque nada há mais no mundo, que Deus deseje do que a nossa felicidade.

 

© Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 12:45

Setembro 18 2015

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Sonhos, planos e objetivos todos temos. O que nos falta, são as oportunidades para realizá-los, falta o começo do fio, o primeiro degrau.

Perdemos um grande tempo por que nos conhecemos o bastante para saber quais são nossos desejos, mas não o suficiente para acreditar que podemos chegar ao fim deles. Claro, essa regra não se aplica a todo mundo e é por isso que o mundo continua a andar.

Há quem chegue a uma certa idade e se ache velho demais para construir. Essas pessoas olham para trás e admiram os que consideram fortes e determinados e se dizem que tudo o que eles mesmos fizeram foi viver o dia-a-dia como o mais comum dos mortais. E mesmo se os sonhos não morreram em si, acham que agora é tarde para tentar encontrar o caminho ao qual teriam dado o primeiro passo.

Claro, voltar atrás é impossível. O que é possível ainda é não se considerar velho demais e nem morto em vida, é saber que o mundo continua enquanto nós continuamos e que, mesmo se precisamos rever nossos planos e traçar outros, sempre é tempo de começar algo.

Não é por que corremos o risco de nunca ver as flores que devemos deixar de plantá-las. Se não alcançarmos a bênção de vê-las floridas, outros o farão, sentirão seu perfume e pensarão em nós.

Os que esperam o tempo de saber onde começar nunca fazem nada, porque a idéia já é o começo e as atitudes a serem tomadas para dar vida a ela são os passos seguintes.

Quando não sabemos por onde começar, devemos começar pelo que sabemos, nos aplicar nas pequenas coisas e pequenos detalhes que, juntos, poderão realizar grandes coisas.

Quaisquer que sejam nossos projetos, comecemos pela fé de que se realizarão. 

O fato é que de braços cruzados nunca chegaremos a voar por nós mesmos. Mesmo os pássaros quando voam e procuram alimentos estão sempre de asas abertas, observam o mundo, o movimento e descobrem onde podem pousar.

Ponha amor nas mãos e mãos à obra! É bem conhecido que grandes feitos sempre começaram por pequenos passos.

 

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 10:30

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