Pensamentos

Setembro 03 2015

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O mundo é um poço de exemplos de como devemos agir e reagir diante de situações difíceis. E agimos naturalmente, sem questões, quando as coisas envolvem nossas necessidades básicas, sem que ninguém nos ensine o que devemos fazer.

É nato, tanto nos seres humanos quanto nos animais buscar soluções que envolvem a sobrevivência. Sentimos fome, procuramos o que comer, temos sede, procuramos saciá-la, estamos cansados, sabemos que devemos nos repousar.

E quando queremos algo que não está ao nosso alcance, imediatamente procuramos soluções. Pegamos escada, puxamos cadeira, esticamos mais os braços, ficamos na ponta dos pés, nos sentamos no chão... Se queremos ver, ficamos na ponta dos pés, erguemos a cabeça, pedimos licença. Damos o máximo de nós.

Mas nossa atitude ante ao material é completamente diferente do emocional, de quando se trata da alma, do coração, da nossa vida interior.

Quando nos sentimos pequenos e que as coisas fogem ao nosso alcance, ou da nossa vista, temos a tendência a baixar ainda mais a cabeça, nos sentar, baixar os olhos e chorar.

E aí? Por que não puxamos a cadeira das possibilidades, não esticamos os braços do nosso querer, não erguemos os olhos pra ver mais além? É bem natural que se não fazemos nada, nada acontece. Se fazemos, pode acontecer ou não, mas pelo menos não carregaremos em nós o peso de não saber o que teria sido, o que teria acontecido.

Não desista facilmente das coisas que seu coração deseja! Pelo menos não antes de ter tentado tudo. Passamos do lado de muitas coisas simplesmente por que não ousamos estender a mão. Deixamos fugir a felicidade e a insegurança se instala no lugar dela. O medo vence a coragem. Nos julgamos incapazes sem ao menos ter tentado.

Sobrevivência é questão de atitude. Não existem pessoas fracas e fortes, existem as que nunca medem esforços e as que desistem facilmente; existem as que erguem a cabeça e as que baixam os olhos. Essas primeiras nem sempre alcançam todos os seus objetivos, mas sentem-se saciadas e felizes com o que conseguem. É muito melhor ter um pouco do que não ter absolutamente nada. É melhor ser pouco que ser ninguém.

Lembre-se: o horizonte a gente nunca alcança... mas como ele enfeita nossos sonhos!!!

 

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 10:14

Setembro 02 2015

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Como expectadores da vida alheia, julgamos diariamente os gestos e atitudes do nosso próximo. Quem diz que nunca julga, não é honesto consigo mesmo. Quando fazemos um comentário, qualquer que seja, estamos julgando. 

Colocar-se no lugar do outro para entendê-lo, seria entrar no seu coração e alma, sentir suas emoções, vestir sua pele. Impossível. Cada um de nós é único e mesmo aquelas pessoas que mais amamos não nos transferem suas dores tais e quais. Sentimos sim, quando sofrem, mas por nós, porque nossa própria alma se entristece.

Deveríamos, todos, possuir um espelho da alma, para que pudéssemos nos olhar interiormente antes de julgarmos outras pessoas. Sentiríamos, provavelmente, vergonha dos nossos pensamentos. Por que nosso próximo é tao exposto às imperfeições, falhas, pecados, más ou boas decisões, quanto nós. Se houvesse uma câmera capaz de revelar aos outros nossos pensamentos diários, iríamos estar sempre fugindo dela. Por quê? Porque ante a possibilidade de que seja revelado nosso eu, seríamos muito mais honestos conosco. Isso nos tornaria, talvez, mais tolerantes e mais humildes.

Quando alguém sofre porque está atravessando por um caminho pedregoso, dói nessa pessoa não somente a passagem por esse caminho, mas também o olhar dos outros, que condenam sem piedade, as línguas que ferem mais profundamente que facas e punhais.

As pessoas que esquecem facilmente que tiveram um passado que, mesmo se correto, nunca foi um lago de água transparente, porque puras, só as criancinhas. E ninguém pode dizer o que virá amanhã, se houver amanhã.

Ninguém está ao abrigo das chuvas repentinas da vida, das torrentes que podem levar tudo, dos males que podem atingir o corpo, às vezes a mente. Apenas um minuto e tudo pode se transformar.

Então... melhor exercer a tolerância, a bondade, a compaixão, antes de julgarmos se outros estão certos ou errados, se têm ou não razão.

E quando a tentação for grande de olhar o que se passa com outros, bom mesmo é se lembrar do espelho que deveria retratar nossa imagem interior que pediria, certamente, compreensão.

E como não sabemos o que o amanhã nos reserva, vivamos o dia de hoje com sabedoria, coração amoroso para com o próximo e olhar voltado para o Alto.

 

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 12:07

Setembro 02 2015

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Confundimos sempre o difícil e o impossível, fazendo tudo uma mesma coisa. Mas não é.

Difícil é algo que encontra obstáculos, geralmente grandes. Impossível é um beco sem saída, é o inalcançável.

Mas em certas situações da vida não vemos essa diferença. É quando as forças nos abandonam, o passado parece que recai na nossa cabeça e o futuro parece obscuro. Nesses instantes de fraqueza tudo toma forma de impossível. E, mesmo se ousamos sonhar, nos dizemos realistas quando afirmamos que esses sonhos são impossíveis.

Deixa eu dizer uma coisa... tanto que os sonhos estão dentro da nossa cabeça, nunca estarão longe demais de nós. Então, já não são impossíveis, apenas precisarão de algum esforço a mais para que se tornem realidade, precisarão de um pouco mais de trabalho, perseverança, atitude positiva, fé e coragem. Precisarão de uma dose diária de ânimo.

É quando julgamos impossível que não fazemos nada, porque já colocamos um ponto final onde nem começo teve.

 Existe uma diferença entre difícil e inalcançável. Difícil é sempre aquilo que vem com impedimentos e o inalcançável nossas mãos não tocam. Portanto... mesmo o inalcançável a gente acaba tocando com o coração. Não é o caso do brilho das estrelas e do luar?

Nossos sonhos só são altos demais se nos curvamos diante deles, se nos fazemos miúdos e deixamos de olhar para a frente.

Impossível mesmo é aquilo que não tem mais volta porque o fôlego se foi. Tudo o mais são simples etapas que devem ser vencidas, caminhos que devem ser atravessados.

Experimente dar um primeiro passo... e isso vai fazer toda a diferença!

 

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 11:57

Setembro 02 2015

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Alguém tem medo de ser feliz? Não! À primeira vista não.

Quando tudo nos direciona para a busca da felicidade, parece mesmo ridículo afirmar que as pessoas têm medo da felicidade. E então, por que essa estranha sensação que sentimos quando tudo vai bem demais nas nossas vidas? Por que o medo de falar, ou de falar alto demais, como se essa felicidade fosse algo tão frágil que pudesse nos escapar a qualquer momento?

É por isso que quando as pessoas recebem boas notícias, evitam compartilhar. Ou acreditar. Como se a felicidade fosse algo imerecido. Dizemos: "estou tão feliz que tenho até medo;" "nem vou falar, senão estraga;" "não conte pra ninguém que dá azar..." e coisas assim.

Dessa maneira acabamos estragando nossos momentos de felicidade com nossos temores. Uma coisa que poderia ser vivida a cem por cento, torna-se oitenta, pois o restante é transformado na angústia de perder o que tanto se desejou. Mas, pra que ter medo?

 Agarremos nossa felicidade, nossa boa notícia com unhas e dentes! Os invejosos talvez nos olhem de lado, mas então olhemos para outro lado, onde existem certamente outros que podem compartilhar da nossa alegria. As pessoas que vencem na vida são as que se direcionam para as coisas positivas e não perdem tempo com negativismo.

Eu li que "enquanto a felicidade está na sua sala, a infelicidade dorme na sua cama." Se isso é mesmo verdade, então, só tenho uma sugestão: mudar de quarto, de cama, dormir na sala... mas guardar a preciosa felicidade! O que é nosso ninguém toma a menos que a gente permita.

Nunca tenha medo de ser feliz! Da mesma forma, nunca tenha medo de sofrer. Construa seu mundo com aquilo que ele te oferece, colocando você mesmo as cores que quiser. Não dependa dos outros para ser feliz ou infeliz, mas viva a sua vida como verdadeiro dono dela. O poder de ser feliz ou infeliz está nas suas próprias mãos. Cabe a você saber com que intensidade vai viver isso!

 

 

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 10:13

Setembro 01 2015

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Falamos tanto em tomarmos atitudes positivas, pensarmos positivo, agirmos de maneira positiva. Falamos também em dizermos coisas positivas. Só que poucos pensam no poder que têm todas as palavras na nossa vida e nas dos outros.

As palavras têm poder!
E disse Deus: -Haja luz! E houve luz!
Com palavras Ele criou o mundo.
As palavras têm grande poder em tudo o que fazemos. Tudo o que proferimos vai agir em nos, vai influenciar em toda a nossa vida e na daqueles que convivem conosco. Pouco pensamos ao etiquetarmos os outros. Nao refletimos a nossa falta de cuidado ao etiquetarmos as pessoas de lerdas, bobas, burras, idiotas, sem jeito, retardadas... e tantas coisas que podem sair da nossa boca. Entao pensamos isso sao apenas palavras e nao aquilo que desejamos para as pessoas.
Mas...
Palavras cortam, ferem, curam, consolam, maldizem, bendizem, abençoam, amaldiçoam, constroem, destroem. E uma vez ditas, nao ha como voltar atras.
Quem diz que morre de saudade, de sede, de fome, de odio e até de amor, vai morrendo aos pouquinhos de verdade, porque é isso o que disse e as palavras pesam.
Jesus disse à figueira para que secasse e esta secou; disse ao mar que se acalmasse e este se acalmou; disse "-levanta-te e anda" e o deficiente andou... Quanto poder nas palavras do Mestre!!!
A nós foi dado também o poder, mesmo se nossa fé é menorzinha que um grão de mostarda.
Não pensamos muito quando falamos. Quando irados, nem mesmo pensamos. Portanto... quão bom seria refletíssemos antes de dizer um ai.
Falamos por falar, porque todo mundo fala e que é assim mesmo. Mas nos surpreendemos quando as coisas começam a acontecer. Então dizemos que parece até que estávamos adivinhando... ou o clássico: "eu não disse?" Claro, disse sim, adivinhamos sim... nada mais natural que os desejos do nosso coração se realizem.
E possível mudar a conseqüência dos fatos na nossa vida, mudando nosso modo de expressão. E possível trazer bênçãos e saúde, felicidade para nós, nossos filhos, nossos amigos, nossa família.

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 12:58

Setembro 01 2015

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Todo mundo se engana um dia ou outro,
mas ninguém gosta de admitir.
Admitir para os outros, dói.
Mas admitir para si mesmo é ainda pior.
Enganar-se é mentir-se e nem sempre estamos
conscientes de que nosso mundo,
ou o que vivemos, é bem real.
Perdemos um tempo enorme lutando pelas
nossas idéias, nossas crenças,
nosso amor e chega um dia que precisamos
baixar os braços.
A realidade muitas vezes chega de forma brutal e
se joga sobre nós sem piedade.
É nesses momentos que o mundo perde todo o sentido,
que queríamos fechar os olhos e tentar fazer com que nada tivesse acontecido, queríamos dormir e dormir até que pudéssemos acordar para chegar à conclusão que
tudo não passou de um pesadelo.
Pior mesmo é quando se trata de amor.
Acreditamos cegamente no sentimento e defendemos
uma pessoa de todo nosso ser, nos sentimos capazes
de morrer por ela, nos colocamos contra o mundo todo
e depois temos que admitir que nos enganamos.
Essa descoberta nos paralisa, paralisa nossos
sonhos e nossos sentidos.
Bloqueia nosso coração.
Só mesmo depois de muitas lágrimas derramadas
e noite mal dormidas é que conseguimos colocar
nossas idéias em ordem.
E ainda assim tentamos achar desculpas,
razões que justifiquem nossa cegueira,
nosso erro,
nosso engano.
Mas não há justificativas.
Todo mundo erra e isso faz parte do nosso
aprendizado da vida.
Enganar-se, mesmo se doloroso, é humano.
Muitas vezes quando tropeçamos não caímos,
mas damos dois ou três passos à frente.
Na vida é a mesma coisa.
Uma pessoa que fracassa não é um fracassado por inteiro.
É apenas um ser humano com um coração infantil.
E se ele for capaz de ultrapassar essas barreiras e
dar a volta por cima, será um alguém rico
de experiências e que saberá melhor que qualquer
outra pessoa a fazer suas escolhas e ter o
discernimento para saber qual o melhor
caminho a tomar.

 

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 12:02

Setembro 01 2015

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Não sei se a vida se recicla. Não, talvez não. Mesmo se após um tempo de reflexão decidimos mudar nossa vida, seremos sempre nós mesmos no fim. Mudados, mas nós. Com todas as marcas e cicatrizes  para que não nos esqueçamos do que fomos.

 Sabemos que jamais poderemos recolar os pedaços das coisas vividas e construir novas. Colchas de retalhos são muito bonitas, mas não passam de colchas de retalhos. Remenda-se panos, recola-se papel ou vidro, mas não se remenda vidas, não se recola momentos passados, coisas que deixamos pra trás. 

Recomeçar? Sim. Recomeçar é possível, mesmo (e felizmente!) se já não somos os mesmos. Aprendemos, à custa de dor, mas aprendemos. Não cometeremos duas vezes os mesmos erros, não beberemos a mesma água.

Durante anos vivemos como se não tivéssemos outras alternativas. A vida é assim, é o destino. Mas nosso destino, nós fazemos. Nossas prioridades, escolhemos e aprendemos a viver com elas. E só depois, mais tarde, é que nos questionamos sobre o fundamento das nossas escolhas. Há pessoas que acham que é tarde demais para mudar e continuam na mesma linha, mesmo se conscientes de que talvez esse não tenha sido o melhor caminho. Homens e mulheres que se mataram a vida toda para ganhar dinheiro terminam muitas vezes a vida sozinhos, cheios de dinheiro, vazios de amor.

E felizes há aqueles que descobrem que ainda é tempo para fazer alguma coisa. E que podem redefinir as próprias prioridades e assumi-las. Vai doer, mas vai valer a pena, porque no fim das contas vamos ter a consciência tranqüila de que tentamos. Um dos piores sentimentos que existem é o de não poder recapturar um momento que gostaríamos que tivesse sido diferente. O eu de hoje não teria feito isso ou aquilo, mas o que eu era ontem não sabia o que sei agora. Se soubesse, teria cometido menos erros. Mas temos um Deus tão bom e tão grande que Ele está sempre nos oferecendo a oportunidade de nos redimir e fazer novas escolhas. 

E agora? Agora sabemos. Não vamos pegar atalhos. Eles podem ser atraentes, mas nos impedirão talvez de aproveitar as belezas da jornada. O caminho da vida é bonito, apesar de ser mais difícil para uns que para outros. Mas é bonito se sabemos tirar o máximo do que é bom. Noites escuras podem nos fazer ver mais claramente as estrelas. Só veremos o nascer do sol se acordarmos cedo.  Coisas simples que a natureza nos ensina. 

Reciclagem de vida? Talvez sim. Talvez sejamos, no fim das contas, uma colcha de retalhos da vida. Mas que sejamos então uma bela colcha nova enfeitando um quarto, um coração, talvez mesmo muitos corações e muitas vidas, a começar por nós mesmos.

 

Letícia Thompson

publicado por pensamentoslucena às 10:11

Pensamentos, reflexões e otimismo para seu dia!!!
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